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CANCRO - Encontrem a cura,

antes que me cresçam

as maminhas!

Quarta-feira, 17 de Julho de 2013

...

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido.
Frequentemente, oro por eles.
Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis: "Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...

Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos. Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.

Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida não é fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que, quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, em vez de sermos subjugados e varridos para longe.

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LauraBM às 22:17

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Terça-feira, 17 de Julho de 2012

Vai e LIMPA AS MÃOS DE SUA MÃE!

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou na primeira entrevista e o diretor fez a última e tomou a decisão.

O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima. O diretor perguntou: "Tiveste alguma bolsa na escola?"  o jovem respondeu, "nenhuma". O diretor perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?" o jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades." O diretor perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas. O diretor perguntou: "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu." O diretor disse: "Eu tenho um pedido.  Hoje, quando voltares, vais e limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho. O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro. Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?" O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram." O diretor pediu: "Por favor diz-me o que sentiste." O jovem disse: "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."

O diretor disse: "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vai sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a grama, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade  de trabalhar com os outros para fazer as coisas.  

Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim? O valor de nossos pais.

Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li...leitura obrigatória para nós pais e, principalmente, para os filhos. 

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LauraBM às 22:35

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Marquinhos e a conversa com Deus

Marquinhos na inocência de seus 6 anos observava todos os dias na hora de dormir a mãe proferir sentida prece de gratidão ao Criador da vida. Curioso, resolveu indagar:

- Mamãe, por que todos os dias a senhora antes de dormir fecha os olhos e fica quieta por alguns minutos?

- É que estou conversando com Deus, meu filho.

- E ele consegue te ouvir, mamãe?

- Ah, sem dúvida, Marquinhos. Deus sempre ouve as nossas preces, ele é nosso Pai amoroso, o nosso Criador.

- Mas, mamãe, - indagou Marquinhos – eu não vejo Deus. Será mesmo que ele ouve?

A mãe riu da inocência do pequeno e tornou:

- Nós não vemos Deus, meu filho, mas ele nos vê.

- Não entendi nada – respondeu Marquinhos.

- Ele nos vê, pois somos suas criaturas e ele está sempre conosco, nos acompanhando.

- Nossa, mamãe, então Deus é muito poderoso!

- Sim, meu filho. Deus tudo pode, pois como lhe disse Ele foi o construtor de todo o universo.

- Então eu posso conversar com ele também?

- Mas é claro, meu filho! Qual o filho que não pode conversar com seu pai?

Ainda
intrigado, Marquinhos questionou:

- Mesmo que eu esteja bem longe daqui, na casa do meu amigo Renatinho, eu posso conversar com Deus?

A mãe riu da ingenuidade do filho.

- Pode sim, meu filho. Mesmo se estiver bem longe, na casa do Renatinho, você poderá conversar com Deus!

- E como saberei que Ele me ouviu, mamãe?

- Pelo sentimento de paz que invadirá o seu coraçãozinho quando conversar com ELE. Você sentirá uma sensação tão gostosa que saberá na hora exata que Deus ouviu sua conversa.

- Sensação muito gostosa como se eu estivesse comendo uma barra de chocolate?

- Ah, Marquinhos, muito melhor do que isso.
Mas, preste bem atenção: para que Deus lhe ouça é preciso abrir todo o seu coração, falar do fundo da sua alma com ELE, meu filho. Pois o que faz a
conversa com Deus funcionar é o nosso sentimento. Entendeu?

- Entendi sim, mamãe. Todos os dias farei como a senhora e conversarei com Deus! Quero contar-lhe como fui na escola, o que jantei e pedir algumas coisas também.

- Sim, Marquinhos, mas não se esqueça de agradecer a Deus por tudo que ele já lhe deu! - disse a mãe, provocando ainda mais curiosidade no garoto.

- E Deus já me deu alguma coisa, mãe? Disso eu não lembro. Nunca conversei com ELE nem pedi nada...

- Deus lhe deu a vida, meu filho. Deus lhe deu a oportunidade de estar aqui comigo e seu pai, de sermos uma família. Isso não é bom?

- Sim, mamãe, claro que é.

- Pois então, Marquinhos, aduziu sua mãe, em suas conversas com Deus não se esqueça de agradecer, como toda criança bem educada.

 

E assim cresceu Marquinhos, conversando com Deus, contando-lhe suas dúvidas e incertezas, pedindo, mas, principalmente, agradecendo pelo Dom da Vida.

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10/07/2011

Wellington Balbo

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LauraBM às 23:03

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