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CANCRO - Encontrem a cura,

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as maminhas!

Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

Haja o que houver... será sempre assim!

 

Os animais serão sempre os nossos melhores amigos.

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LauraBM às 23:15

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

UBUNTU

 

16/06/2011

 

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.

Ela  contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando  terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa.

Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva. Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado.

Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas  as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós  poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado!

Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda  não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!" Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...

UBUNTU PARA VOCÊ!

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LauraBM às 00:33

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

Monólogo para uma menina só

 

(Reflexões numa noite de Natal)
 

Hoje, eu te vi chorar, menina.

Uma única lágrima, deslizando pela face, sem pressa, parecia carregar consigo a expressão de todas as tristezas do mundo.

Hoje, eu te vi chorar, menina.

E no brilho daquela lágrima de adolescente, senti o quanto os teus 14 anos de vida têm transcorrido sedentos de calor humano.

Véspera de Natal, trocas de presente...

Tu, menina-moça, distante do lar, carente de afectos, expressastes, num sussurro, um único desejo: - Eu queria que a minha mãe viesse me ver.

Na tua face, a dignidade de quem está aprendendo, passo a passo, com coragem e vontade, mesmo diante de todas e tantas dificuldades, a fazer a hora do teu mundo e da tua vida.

Na ternura do meu abraço, sentiste um coração amigo e escutei de ti palavras redentoras. Começas a compreender que és digna de ser amada e que o teu futuro começa neste teu presente. Nesses meses connosco, vivendo na Fundação, permitiste-me o acesso ao teu mundo  e fui encontrando em ti uma alma sensível, meio perdida no torvelinho das carências afectivas, encontrando nos disfarces a tua sobrevivência.

Aos poucos, estás abandonando os teus disfarces e permitindo que a expressão das tuas emoções, no que pese os riscos, sejam verdadeiras, porque não mais te satisfaz sobreviver.

Queres viver!

Vejo-te, mente aberta para as mudanças, coração serenado, libertando-se das mágoas, o ângulo de visão descortinando novos horizontes.

Decidiste pôr-te a caminho, em contínuo crescimento.

Sim, menina, terás a profissão com que sonhas: serás maquilhadora e vencerás.

Terás todo o amor que mereces: saberás construir a tua felicidade. És valente. Confio em ti!

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Arapiraca (AL), 24.12.2005 Lêda  Mello

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LauraBM às 00:21

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Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011

Haja o que houver!!!

"Na Roménia, um homem dizia sempre ao filho:

- Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado!

 

Houve, nesta época um terramoto de grande intensidade.

Na hora do tremor o homem, que estava em uma estrada, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho tinha ido para a escola.

Correu para lá e a encontrou totalmente destruída. Não restava uma única parede de pé.

Tomado de uma enorme tristeza, ficou ali recordando o filho e sua promessa não cumprida:

"Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado".

Seu coração estava apertado, e apenas conseguia ver a destruição.

 

Mentalmente, percorreu inúmeras vezes o trajecto que fazia diariamente segurando a mão do filho, o portão, o corredor, as paredes, virava a direita e o via entrar.

Mas agora estava tudo destruído.

Resolveu então, fazer em cima dos escombros o mesmo trajecto:

Portão... Portas...  Corredor... Virou a direita... E parou em frente ao que deveria ser a porta da sala em que seu filho estudava. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe.

Olhava. Tudo destruído. Ficou desolado.

 

Mas continuava a ouvir a sua promessa:

- Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado!

E ele não esteve quando ele mais precisou...

 

Começou a cavar com as mãos.

Enquanto fazia aquilo chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.

Ele retrucava: - Você vai me ajudar?

Mas ninguém ajudava, e aos poucos, todos se afastavam.

 

Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida.

A única coisa que o homem dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era: - Você vai me ajudar?

Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...

 

Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, cinco, 10, 12, 22, 24, 30 horas.

Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.

Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu: -Pai... Estou aqui!

Feliz, o homem fazia força para abrir um vão maior e perguntou: - Tem mais alguém com você?

- Sim, dos 36 da classe, 14 estão comigo, estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem.

Pai, eu falei a eles: - Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai vai nos achar.

 

Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora… Haja o que houver, meu pai estará sempre a meu lado!

-Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco, disse o pai.

-Não Pai! Deixe os outros saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver... Você estará me esperando!

(Esta história é verídica).

 

E você? Como está a sua persistência? Em que você acredita? 

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LauraBM às 00:39

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